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Eu tenho uma amiga trabalhava numa categoria de automobilismo. Sim… era uma das poucas mulheres que perambulava autódromos inteiros atrás de pilotos – PROFISSIONALMENTE. A bonita era repórter e em sua corrida de estréia estava mais ansiosa do que de costume. Tinha que provar competência num meio praticamente inteiro masculino. Poisé!
Feminices à parte, a garota até que estava dando conta do recado – mas tava louca a coitada. Era realmente muita informação para seus pobres ouvidinhos. Ela, que não sabia nem calibrar o pneu do próprio carro, de repente tinha que falar sobre motores v8, cambio XYZ, estratégias de corrida e o cacete. Completamente atordoada, sem comer, com muito sol na cabeça, ela voou, num dos raros momentos de descanso, escada abaixo da sala de imprensa até o banheiro feminino. A casinha das donzelas era na putaquepariu, parecia uma coisa! Atravessou toda a área dos boxes simijando e finalmente atingiu o pódio, ou melhor, a privada… Aiiiiiiiiiiiiiii que delícia. Naquele momento o xixi era o nirvana.
Bueno. De volta à terra, ela pegou o rádio, o gravador, o bloquinho de anotações, a caneta, os óculos escuros e o que restava dela mesma e seguiu rumo ao outro lado da putaquepariu do qual ela havia vindo. Área de boxes é mais ou menos a mesma coisa que desfilar pelada na frente da construção, mas a situação tava perdendo o controle. Ela andava e todos olhavam. Parecia clipe da Madonna! Por onde ela passava as pessoas pareciam desmaiar de tanta beleza. Sisintindo, a bixa pensou: “CARACA! To abafando”. Bem perto da linha de chegada do fim do mundo, onde estavam seus colegas jornalistas, um mecânico amigo, no meio de uma turma de outros 73284673682 mecânicos amigos, depois de olhar, olhar e olhar, chamou:
-Owwwwwwwwww!
Ela virou jogando o cabelo e pensando: Sou uma diva!
-Sim?
-O zíper… tá aberto.
A amiga mais roxa que uniforme de time de mal gosto olhou pra baixo e viu que desfilara com a calça aberta desde o toilet! E o pior. A calça do uniforme era alta, e a calcinha era baixa, o que deixava o deslize ainda mais evidente.
- Valeu, disse ela rindo pra não chorar…
E voltou, mais murcha que maracuja maduro pra sala de imprensa, de onde não saiu até ter a garantia de que todo mundo havia ido embora. MAZELA!
Micos na praia acontecem… ainda mais para mulheres… eita!
Poisintao. Eu tenho uma amiga que foi já há algum tempo atrás passar um final de semana no litoral de Sao Paulo com um belo rapaizinho e sua respectiva família.
Como costuma acontecer com mulheres sortudas como minha amiga, é claro que seu período desceu naquele mesmo final de semana. Ou seja, a amiga teria que se equipar com acessórios intra-femininos para nao deixar de aproveitar o mar que ama tanto. O problema é que minha amiga nao costuma se utilizar desses apetrechos, e na real, mal sabia o que fazer, como colocar aquela pilha de algodao.
Bom, mas até aí a mulé se virou nos 30, né? Abriu as pernas, deu umas piruetas e lá estava a bonita a prova de qualquer vazamento.
O único problema é, apesar de ter impermeado seu biquíni, a amiga esqueceu de esconder a cordinha do saca-rolhas. E após andar por toda a praia, comprar um caipirinha, fumar uns cigarros e comprar um lache natural, um dos amigos do rapaz que a acompanhava perguntou:
-Ei, vira de costas?
- Pq?
- Tem alguma coisa na sua perna, vira aí!
- O que?
- Acho que tem um larva na sua perna….deixa eu ver…
Ooops, isso é uma cordinha?
Tsc, tsc, tsc….
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blablablá!
Amém e que Deus nos mande a tal da piroca sagrada, porque o negócio tá feio pro nosso lado, viu!
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