Eu tenho uma amiga…


Tomara meu Deus Tomaaaaaaaaara
Outubro 31, 2008, 4:30 pm
Arquivado em: Meda!, , pérolas

Eu tenho duas amigas, já citadas aqui anteriormente (a simpática e a não simpática), que belo dia saíram de casa com o encosto do pikatchu e seguiram rumo a Aldeia Turiassu, onde presenciariam o show da Banda Glória – que elas gostavam muito.

Chegando lá, como é de costume, analisaram o abatedouro e foram pro ataque. A amiga não simpática tem lá seus encantos e até hoje ninguém sabe como, mas ela sempre acaba bebendo de graça. Alguns juram que ela mostra o peito pros barmen, porque não tem outra explicação… mas, intrigas da oposição à parte, as duas bonitas, que acabaram encontrando mais alguns amigos, estavam curtidas no álcool e com uma imensa vontade de requebrar.

Dançaram, dançaram, até cansar. E cansaram. E as pernas e o equilíbrio começaram a falhar.

A não simpática, do alto de seus quase 1,80m, estava na frente do palco e num de seus giros pirotécnicos desequilibrou e caiu em cima da caixa de som. Como diria a Maísa, menina monstro, Ops, tô bêbada!

Ok,ok,ok, a bonita se recompôs, fingiu que nada havia acontecido e resolveu ir procurar sua amiga. E, num momento romântico, o DJ colocou pra tocar uma música que elas gostavam muito, da Clara Nunes. E foi neste momento que se reencontraram. Felizes, correram uma em direção à outra, sorriram, caiu uma lágrima estilo Jade, de um olho só, (someeeeeeeeeeeeeente por amoooooooooooooor) e… quando iam se abraçar…

CATAPLOFT

Hã?

A amiga simpática, mocinha, estava de vestido longo tomara que caia. A donzela já bêbada tropeçou no pano, que veio parar na cintura e: MADEIRAAAAAAAAAAAAAAA… Caiu.

A outra não sabia se ria, se ajudava ou se puxava o vestido pra cima. Ó dúvida cruel. Pagando peitinho na balada! NAKED WILD ON!

Poisé. Enquanto elas ficam aí, fazendo esse papelzinho marrômenos vida afora, tem gente por aí, como diria o Miguel Falabella, COMENDO O CAUÃ RAYMOND.



O MANO
Outubro 31, 2008, 3:51 am
Arquivado em: amigo, poesia

Beber inspira o ser humano, já dizia Vinícius de Moraes. Nesse sentido, Eu tenho um amigo que quando embriagado também tem seus devaneios.

Seja poesia ou nao, acredito que sempre vale registrar os momentos.

Aí vai o pensamento do rapá

“O Mano”

Quando eu tiver um mano, ele vai se chamar Herrar.

Porque Herrar é o mano!

Fin.

(This is what happens when you drink on your day off)

Post também publicado no blog http://eutenhoumamigo.wordpress.com



Sfirrrr
Outubro 31, 2008, 3:41 am
Arquivado em: amigo,

Cara, amo muito meus amigos. Alguns deles, apesar da distância transatlântica, estao sempre presentes.

Nao adianta né? ExIstem amizades que ficam difíceis de serem descritas em palavras, transcendem…

Posintao, Eu tenho um grande amigo que é cheio das histórias, inclusives várias de seus causos serao muito em breve contados nesse singelo blog. Um dia desses ele fez questao de me contar um deles, que abaixo será contado nas suas próprias palavras.

Entao… Essa aqui já faz uns anos…

Eu fui uns par de vez pra Bahia… só uma vez de aviao. As outras de bus. Viagem de bus, de Sao Paulo a Bahia, leva qualquer coisa entre 20 a 30 horas. Nessas viagens os ônibus param várias vezes em postos que tem restaurante, no meio da estrada. Em uma das viagens, nao me lembro qual, eu resolvi tomar o tal do Dramin, que a galera sempre falou que fazia dormir. Entao eu tomei, já dentro do ônibus, ao final de uma tarde. O sono chegou e eu dormi. Pouco depois o bus parou e eu acordei! Na hora lembrei da galera que falava que o remédio fazia dormir. Achei que eles eram hiper sensiveis a tal remédio, ou apenas crentes em lendas urbanas, mas que em mim nao funcionaria! Eu nunca fui um dos mais assíduos fregueses de restaurante de posto de beira de estrada, mas naquela noite eu resolvi descer para comprar alguma coisa. Me levantei, saí do bus e, quando comecei a andar em direcao ao restaurante, notei que estava arrastando os pés mais do que fazia normalmente. Cheguei na lanchonete e esperei ser atendido. Quando o tiozinho finalmente chegou até mim perguntou o que eu queria. Olhei para a esfiha e respondi:

Eu qué uN  sfirr!

O QUE? COMO ASSIM??? Perguntei a mim mesmo.

Eu parecia um retardado falando! Resolvi repetir e disse:

Eu que’ un sfirr!

De repente me dei conta de que nao conseguia falar direito!!!

Fiquei preocupado. Estava doente? Seria um derrame??? Ai me lembrei do tal do Dramin!!! Comecei a falar e me dei conta de que estava falando que nem os bebuns lá perto de casa!

Voltei para o bus e dormi. Viva o Dramin!