Alguns amigos sempre me dizem que nada na vida é de graça, toda ação requer uma contra prestação. Enfim…
Eu tenho um amigo super prestativo e tals. O rapaz foi passar o reveillon com os amigos numa ilha perdida num paraíso bem próximo.
De olho na mulherada, o rapaz sempre estava pronto para ajudar quem precisasse (leia-se as menininhas da redondeza).
Num dos dias, chovia torrencialmente na ilha (como diria meu amigo português), e a galera que estava nos campings ficou de fato em apuros. Barracas sendo alagadas, lama, uma caca!
Meu amigo, sempre com ótimas intenções, foi averiguar o que se passava meio as barracas. Não mais que de repente, uma garota que havia conhecido na noite passada pediu gentilmente sua ajuda, para carregar alguns tijolos e formar uma barreira, de modo a isolar a barraca da bonita da lama. E lá se foi meu amigo, com a maior boa vontade, erguer um muro de berlim para proteger a morada da donzela.
Depois de um longo trabalho com os tijolos, meu amigo praticamente salvou a noite da mulé. Cansado, meu amigo esperava por, no mínimo, um beijinho de agradecimento.
Mas não foi nessa noite…. a menina, ficou eternamente grata, e com dois tapinhas no ombro do rapaz disse: muito obrigada, você me salvou!
O amigo em silêncio pensou: ah, que bom, mas e aí?
Bom, e aí nada aconteceu, só levou dois tapinhas carinhosos no ombro, voltou para seu quarto puto e contou aos amigos:
“Caraca! E eu achei que ia pegar as mina, mas só carreguei tijolo!”
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
Eu tenho uma amiga que organizou um evento num barzinho descolado na região central de São Paulo esses dias. Lá encontrei amigos que há tempos eu não via, e papo vai, papo vem, contei para eles sobre este blog. Foi o momento de relembrar todos os ´causos´da galera. Inclusive uma das amiga se identificou muito com a idéia, e resolveu me mandar um ´causo´ de uma amiga sua.
Senta que lá vem a história…
Pois é. EU tenho uma amiga de uma amiga que após um longo relacionamento de dois anos, fez sua primeira viagem solteira nas vésperas do ano novo, ao Maranhão, mais especificamente para a bela cidade de Lencóis. Foram ela e mais uma amiga que também estava recentemente solteira.
Logo na chegada as meninas conheceram uns caras do Rio, brotheres, que de cara não eram muito interessantes. Talvez porque ainda não estavam acreditando em uma ´pegação´futura, ou ainda porque os biscoitos estavam pegando geral. Estavam evitando ao máximo a vontade de beijar os meninos, tendo em vista que os três rapazes eram os maiores “bocas de lixo” do pedaço (apesar do incontrolável desejo sexual das meninas que já não mais tinham namorados para satifazê-las).
Estavam num camping, e para piorar a situação suas barracas eram vizinhas às barracas dos meninos. Dessa maneira, as amigas podiam ver de camarote umas cocotas chegando e se esbaldando nas barracas dos cariocas.
Uma das amigas, a mais puritana, garota corretíssima, cheia de teorias e princípios, fez mais charme para um dos rapazes que uma freira do Vaticano faria. Negou até a morte para ela mesma que um dos rapazes a interessava, e muito. Negou pra ela, e mais ainda pra ele. O rapá ficou algo como duas semanas no pé da menina, e nada…
Não demorou muito para a amiga perceber que estava a sentir milhoes de desejos pelo cara. E difícil foi contar para a outra amiga sua verdade mais do que clara: estava de fato muito a fim de pegar o carioca, mesmo depois de afirmar que o rapaz era o maior canalha, sujo, entre outros.
Na noite seguinte, depois de muitas pingas na cabeça e umas reboladas a mais, as amigas chamavam a atenção. Claro que os cariocas perceberam o fogo da mulherada, e chegaram junto, mais famintos que nunca!
A amiga incendiada por um desejo louco, e muita cachaca é claro, Dessa vez sem muitas resistências finalmente cedeu ao charme do rapaz. E quando a mulé viu já estava na barraca com o cara.
A falta do namorado, ou a chamada ´secura´fez com que a menina se transformasse em uma máquina de sexo (nas suas próprias palavras). Mãos e bocas muito quentes.
As preliminares estavam uma loucura, entretanto, no momento do coito de fato ela não sentiu nada. Pensou coisas, pensou nao ser nada….pensou ser um dedo…Realmente teria que ser o dedo dele…. Pegou nas mãos do cara e viu que ali nao faltava nenhum dedinho… putz… Parecia que o cara colocava e tirava uma bexiguinha murcha do corpo dela.
Foi difícil acreditar que o vigoroso membro que sentia pela bermuda do menino se resumia a algo do tamanho de um batom. Nas palavras da própria amiga que contou o causo:
“PUNK! Ok… as vezes existem os pequenos brincalhões, e os tais grandes bobalhões! Mas dessa vez o cara apelou, porque era um pequeno brincalhão SOLITÁRIO ( ele brincava sozinho, não proporcionava nem um SUSPIRO para a pobre menina que a uns dois meses tava “tranquila”). Ela queria rir e chorar (mas nao podia, afinal ainda era uma Lady, em baixo de um PSEUDO gostosão), e o cara se deliciando todo no corpo dela, dizendo que ela era muito quente, e que em dois segundos ele gozaria e tal… Rezou pra ele gozar logo… comecou a fingir um VAI, VAI, VAI… AHHH, AHHH, vai que eu ja fui! Mentira claro. Vergonha alheia master! Lá no meio começou a pensar váaaarias coisas… que talvez as outras meninas que escutava se deliciando poderiam estar mentido como ela… veio a vontade de ir embora, de sair de lá a qualquer custo. mas o Pit Poodle não parava o rala rala. Até que ele foi feliz para sempre e gozou. Minha amiga fez três carinhos na cabeça dele e começou a por a roupa. O cara queria que ela dormisse lá pra acordar de conchinha….. coitado!
Levantou e ainda pegou um finalzinho de festa… afinal a noite nao podia se resumir a isso né?”
Pois é amiga…merda acontece!
Ontem rolou um Jantarzinho com amigos que conheci na gringolândia. Assim, lá vai mais uma da série “internacional” e “reveillon”.
Eu tenho uma amiga que no ano de 2005, foi com outra amiga para a famosa ilha de CURAÇAU em epóca de fim-de-ano, coisa de gente chique né?. Como toda boa turista minha amiga decidiu fazer um passeio de barco oferecido pelo próprio hotel, para checar mais de perto as águas cristalinas de Ilha. Mesmo sem tomar nem sequer um suquinho de laranja no café-da-manha, as amigas entraram barco e sem pensar duas vezes comecaram a se entreter com shots de tequila. Afinal né, no Caribe não dá para ser diferente vai? Tequila vai, tequila vem, as meninas começaram a socializar com as únicas pessoas de sua idade que estavam no barco, ou seja, sim, os marinheiros.
Claro que amizade foi o que nao faltou. E aí, como mulheres espertas, já checaram a programação noturna com os rapazes e combinaram de ir juntos para a ´night´. A noite começou numa baladinha ali mesmo perto do hotel, onde as loucas beberam todos os drinks coloridos caribenos possíveis, e dancaram todas, fazendo muito sucesso com o famoso rebolado que só as brasileiras tem, nao é mesmo? Deixaram a balada alegres e contentes, devidamente acompanhadas pelos rapazes do mar. Como nao bastavam os dólares gastos com os drinks, ainda compraram uma garrafa de tequila e seguiram rumo a praia, onde jogariam algo como strip beach poker com os marinheiros. Jogo vai, jogo vem, perderam várias vezes, nao só as roupas mas também a dignidade. O grupo de poker foi interrompido por uma família de coxinhas, que estavam chegando na praia as 7 da matina. Como assim pessoas chegam a praia a essa hora?? Afê… mas enfim, tomaram vergonha na cara e acharam melhor evitar vodka e lingerie frente a menores de 18 anos. Nisso a amiga da minha amiga acabou se dando bem, e levou um dos marinheiros para o quarto. Minha amiga, sem muitas opcoes, ficou basicamente de voyer no quarto. Quando viu, amasso vai amasso vem, o casalzinho na maior pegacao, a menina na cama estava quase deixando o coito acontecer sem camisinha. Não conseguia ver qualquer sinal de preservativo naquela cama, e assim resolveu intervir. Porraaa! Básico né??? Como assim, a mulé nem consegue o cara! Minha amiga nao teve dúvidas e começou a jogar camisinhas em cima do casal, para ver se os bonitos tinham alguma atitude pró-ativa nesse sentido. Camisinha vai e vem no ar, a amiga da amiga nada de fazer uso de proteção.
Daí minha miga resolveu agir de fato, nao havia outra opcao, levantou da cama, pegou uma camisinha, separou o casal, abriu a pacotinho, e deu na mão da amiga e disse: COLOCA ESSA MERDA PORRAAA!
Ninguém merece.
Ainda lembrei dos verso:
Marinheiro, Marinheiro
Marinheiro de amargura
Por tua causa, Marinheiro
Vou baixar à sepultura…
As ondas batiam
E na areia rolavam
Lá se foi o Marinheiro que eu tanto amava…
O amor de Marinheiro
É amor de meia hora
O navio levanta ferro
Marinheiro vai embora…
José Mauro de Vasconcelos – “O Meu Pé de laranja Lima”


