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(não) FODEO!!!

outubro 5, 2008

Well, well, depois de muito tempo sem postar nesse bloguezinho bueiro, como diria minha musa inspradora Heleninha, eis que voltei. E com uma história que fiquei pasma ao perceber que não havia sido antes divulgada.

Eu tenho uma amiga que namorou muito tempo, quase quatro anos. Foi um namoro infeliz que ela terminou assim que entrou na faculdade. Porém, assim como todo namoro, tinha uma vantagem: a garantia de uma foda (mesmo que não fosse das melhores), sempre. Solteira e meio sem saber como agir, essa amiga passou muitos meses na seca.

Eis que um dia, seis meses depois do fim do namoro, a amiga foi passar um feriado X sem fazer nada na casa de uma amiga. Estavam lá ela, a dona da casa com o namorado e uma terceira amiga. Na noite de sábado pra domingo, a dona da casa convidou um brother dela pra passar lá e tomar umas biritas. O cara era altão, meio forte, bonitinho. Cerveja vai, vinho vem, o casal de namorados se aboletou no quarto, e a terceira amiga foi dormir em outro. Ficaram minha amiga e o brother na sala, conversando numa boa. Ia passar fórmula 1, e eles decidiram ficar acordados até lá. E qual o melhor jeito de passar esse tempo até a hora do corrida? Pegação master, claro.

Se atracaram num colchão que estava estendido, e tudo ia muito bem, minha amiga super feliz achando que ia tirar a barriga da miséria, quando ela abre o zíper da calça do moço e se depara com… AHN?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?

Era do tamanho de um dedo médio, tão fino quanto e, pra completar a derrota, meio bêbado, sabe? Minha pobre amiga não sabia o que fazer. Só havia transado com dois caras na vida até então e ambos tinham um piu-piu muito bem servido. Caraca, o que fazer numa situação dessas?

Minha amiga não pensou duas vezes: levantou e disse que precisava ir ao banheiro. Se trancou lá e ficou andando pra lá e pra cá, gastando o chão, sem saber como se livrar daquele erro. Ficou mais de 20 minutos no banheiro. Pensou, pensou, pensou e, sem encontrar solução, decidiu voltar a encarar o que o destino havia lhe reservado. Quando chegou, o moço estava todo feliz, exibindo aquilo que ele pensava ser uma ereção, cheio de amor pra dar. E a minha amiga? Deitou do lado dele e disse: ‘puts, to com sono, vou dormir, boa noite’. Até roncou pra fingir veracidade.

Ah, meu, já ouvi um cara de pau pequeno dizer: “enquanto eu tiver língua e dedo, mulher nenhuma me mete medo”. Mas há limites, minha gente. Pra tudo nessa vida há limites!!!

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