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Ao pé do ouvido

outubro 12, 2008

Eu tenho uma amiga que, em um desses carnavais da vida, decidiu aproveitar uma festa típica de uma típica cidade interiorana. Lá estava ela no clube esportivo da cidade, acompanhada de uma outra amiga, curtindo as delícias que só as marchinhas podem proporcionar.

Entre uma dança e outra, um rapaz muito do bem servido se aproximou da moçoila, que logo cedeu a seus encantos. Lá foram os dois para o canto, motivados pelos desejos carnais. A situação não era a mais confortável do mundo, já que o macho tinha mais ou menos 1,90 m de altura e a anã, pouco acima de 1,50 m. Pegação vai, pegação vem, o rapaz começou a se aproveitar da necessidade de ficar curvado para
conseguir beijar a minha amiga e ficou se esfregando nela mais do que o indicado para um primeiro beijo.

A menina foi ficando desconfortável. O moçoilo nem percebeu, e ficava cada vez com a pica mais dura e esfregativa. Tentando convencer a menina de que sim, aquilo era bom, lá se foi o Don Juan dar beijinhos
na orelha de sua pegada da vez. Como se não bastasse enfiar a língua molhada e gigante na orelha da pobre moça diminuta, o macho ainda decidiu dar uma mordiscadinha, para animar as coisas. O problema é
que a intensidade foi mais forte da que a de uma “mordiscadinha”. Foi aí que ela desceu do salto:

 
– Carallho, meu! Quer arrancar minha orelha?

Posso falar? Se fosse eu, já lançava um “ma vá brincar de Evander Hollyfield con la puta madre que te cagò!”. Francamente!

One comment

  1. Que nojoooo ….



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