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Não existe pecado do lado debaixo do equador

março 4, 2009

Fato é que nessa história de casal que briga, se junta e briga de novo, um amigo se meteu numa festa religiosa em algum canto do Brasil. Ambos sem carro, ambos meio virados um pro outro. Adentraram a estrada, chegaram cedo e por lá ficaram, o dia inteiro bancando de bons amigos, e se entendendo lentamente enquanto o dia passava.

E o dia era todo lindo, um puta sol, a galera empolgada, oe dois suando, subindo ladeira, descendo ladeira, fotografando pra lá, fotografando pra cá, achando que aquilo era mesmo o paraíso e de fato era. Os sorrisos lentamente aparecendo, e quando viram estávam lá, terminando a tarde competindo o tamanho da alegria.

Tudo muito estranho, tudo muito gostoso. A montanha-russa chegava no topo e a ladeira parecia gigantesca e bem propícia à aventura, aos frios na barriga e ao que mais viesse pela frente.

Entraram no ônibus de volta a capital sedentos, com cara de primeiro encontro. Hormônios a mil, o banco dos fundos era a mais inteligente das escolhas, dado que a viagem à noite demoraria algum tempo, e o sono passava longe. Luzes apagadas, 10 minutos depois estavam na estrada e o tesão de ambos era mais do que evidente. Uma última olhada ao redor, e no aparente sono de todos os que estavam lá sem as nossas pretensões, e já com as mãos nos seios dela, ele disse que queria tudo aquilo fora da blusa. Prontamente atendido, e enquanto mamava a dita, a mão dela tentava a todo custo descer o zíper da calça dele . A princípio só nos ficariam nas brincadeiras. Mas enquanto a mão dela já estava toda empolgada com seu amigão e ele mamando feito um recém-nascido, a pilantra coloca a mão dele por dentro da calcinha e aí rapaz… a terra veio abaixo.

Tentaram por umas 3 ou 4 vezes se “acomodar” durante a viagem, mas com bancos tão apertados foi impossível trepar por ali. Pra não perderem a intensidade do momento, nada de gozar rápido. Por boas duas horas mantiveram o ritmo, para chegarem ao ápice assim que estivessem chegando pela Marginal à rodoviária.

No fim das contas, a festa religiosa consagrou seus pecados da forma mais gostosa possível.

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