h1

Passando todos os limites de FDPutice

abril 12, 2012

Quando terminei de ouvir a longa história que vou contar a vocês, demorei uns bons minutos para esboçar alguma reação. Mas digo que o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi: “depois que as muié viram tudo vagabunda, elas que estão erradas, êta mundo”.

 A amiga namorava fazia uns três anos. E era muito feliz. O sujeito era carinhoso e atencioso, filho de um casal amigo dos pais dela havia muitos anos, de ótima índole. Os planos de casamento já faziam parte da pauta, tanto que os dois tinham comprado, juntos, um apartamento, onde ficavam toda semana de quinta a domingo, meio que pra irem já se acostumando aos trâmites da vida conjugal.

Um detalhe importante sobre o desenrolar da história: o então noivo da amiga era bem de grana e bastante ambicioso, sempre preocupado em ganhar mais dinheiro, construir uma carreira de sucesso e subir ainda mais na vida. Isto posto…

Pois bem, a amiga conta que, um belo dia, o sujeito começou a ficar estranho, frio, distante. Foi dando sinais cotidianos de que algo não ia bem. A amiga pensou “poxa, ele deve estar entrando na pira de casar, todo homem passa por isso, normal”. O bonito ficou fora por uns dias em um congresso e, quando voltou, estava ainda pior. Aí ela começou a ficar desconfiada de verdade, mas tentou não pirar muito nessa desconfiança.

 Pouco tempo depois, estava a amiga no canto dela quando começou a receber vários telefonemas de amigos e conhecidos dando parabéns. Ela respondeu com surpresa a todos, que disseram “nossa, como assim parabéns por que, você não está grávida?”. Claro que ela não estava.

O cara é tão xarope que foi capaz de traí-la, engravidar a outra e, antes de falar com ela, contar nas redes sociais que ia ser pai. Vocês têm noção?

A amiga, ensandecida, começou a ligar para ele, foi até a casa da mãe dele, mas nada de ele atender ou aparecer. Ela então baixou no apartamento dos dois e, quando chegou lá… Surpresa! O porteiro não a deixou subir, por ordens dele. Ela só conseguiu entrar após uma boa cota de escândalo, e quando entrou, se deparou com o apartamento praticamente vazio. Ele levou TUDO embora, todos os móveis e eletrodomésticos.

 Passada, magoada e completamente desiludida, a amiga ficou sem saber o que fazer. Sem conseguir contato com o cara, que sequer se dignou a lhe dar um fora, ela passou por dias e dias de trevas. Quando começou a se sentir melhor, combinou de tomar um chope em um boteco com uma amiga. Beleza, se arrumou, saiu de casa e, no meio do caminho, a amiga dela ligou sugerindo mudança de local. Como a voz do outro lado da linha estava estranha, minha amiga logo imaginou o que estava acontecendo. E foi até o lugar combinado mesmo assim.

Quando chegou, se deparou com o safado sentado em uma mesa com todos os amigos em comum dos dois, apresentando a eles a mãe do seu filho. Mesmo emputecida, ela não desceu do salto e ficou observando de longe, enquanto os amigos vinham até a mesa dela perguntar “fulana, PELAMORDIDEUS, o que está acontecendo aqui?”. Aos poucos, as pessoas foram migrando para a mesa dela, deixando o ex puto da vida.

O que a amiga queria a essa altura era apenas a oportunidade de falar todas as verdades do mundo olhando na cara do infeliz. Como ele estava se esquivando, ela forçou para dar de cara com ele num canto e despejou. Deu até tapa na cara! Achei ótimo, embora muito abaixo do merecido.

Com esse rolo todo, para vocês terem uma ideia, a mãe do maldito entrou até em depressão. Com isso, a minha amiga não quis levar a história pra frente. Não processou, não fez nada. Perdeu toda a grana do apartamento e das coisas que estavam lá. Saiu do relacionamento, literalmente, fudida e mal paga.

Image

Agora, vocês querem saber o que aconteceu depois? A amiga apurou logo após o incidente do bar que a moça grávida não sabia que ele era noivo – obviamente, ele contou uma história distorcida que supria às necessidades dele e queimava a minha amiga. Porém, os amigos em comum fizeram questão de contar para a grávida toda a história: que ela tinha sido enganada, que o cara acabou com a vida da minha amiga, que ela (a grávida) estava dormindo na cama da minha amiga e guardando a comida dela na geladeira da minha amiga. Resultado: a coitada da moça perdeu o bebê e terminou com o cara. Ele? Não sabemos se melhorou ou piorou, se ficou amargurado, mas está sozinho até hoje. A minha amiga? Teve outros relacionamentos depois disso e agora está numa boa, tanto que conta essa história na mesa do café como quem conta um capítulo da novela das oito.

Image

E vocês sabem o que é mais legal disso tudo? Lembra que eu comentei lá em cima que era importante saber que o babaca era obcecado por dinheiro e poder? Pois então, vocês sabem por que, Deus, ele jogou fora um relacionamento de três anos engravidando outra mulher? Porque a outra tinha cargo mais alto que o dele na empresa em que os dois trabalhavam e ele achava que, comendo chefe (e engravidando, consequentemente), a carreira lá dentro ia deslanchar! Não é lindo?

Até onde temos notícias, o gato continua trabalhando na mesma empresa. Pelo menos conseguiu então não ser demitido depois do bafão na época. Mas olha, ficam aqui os sinceros votos desta blogueira, em nome de todas as mulheres que já foram passadas para trás nessa vida: TOMARA QUE ESSE FILHO DE PUTA COM SOLDADO RASO TERMINE A VIDA MENDIGANDO NA RUA. Sem um real no bolso e, principalmente, sem ninguém. Esse não merece nem o amor dos cachorrinhos vira-latas. 

h1

Salva pelo Grindr – so que nao.

março 13, 2012

Eu tenho uma amiga que resolveu passar um tempo fora do pais e agora anda pelas bandas dos states dando pinta por ai. A bonita, que infelizmente nao nasceu rica – mas nasceu brasileira, simpatica e charmosa (RYSOS), esta trampando como hostess numa balada bem situada no epicentro hipster de uma grande metropole, onde vira e mexe cola umas subcelebridades, famosos b, figurinhas da internet, e muita gente do meio musical.

Claro que demorou umas 3 semanas pra ela descobrir isso, e na verdade so ficou sabendo pq barrou quem nao tinha que barrar algumas vezes, criando o maior climao entre a galhere… mas, neam… foda-se, ela nao e de la mesmo, nao tem obrigacao de saber.

Eis que a garota tem uma queda por um ator hollywoodiano. uma queda digna de uma adolescente, mas quem se importa, vamos todos morrer mesmo, nao e? A amiga sonha em casar #not com esse homi, ter filhos #not, e passar o resto dos seus dias tomando sol numa piscina em LA, sambando na cara da sociedade.

Entao, a colega tava la, com a cara pra cima, e eis que entra um cara mei de costas, que no escuro, depois de um shot parecia MUITO com o ator em questao. A amigue juntou os pauzinhos e como tava rolando uma festa de um musico mei famoso, a amiga acreditou na possibilidade e resolveu tirar isso a limpo. Ela olhou, olhou, encarou, mas era realmente muito parecido…  foi ate onde o ele tava, e por mais que ela olhasse nao chegava a conclusao alguma. o amigo barman ate tentou ajudar, mas gente, tava foda… ate que…

O bofe para na frente dela e abre o Grindr no celular.

FUEEEEEEEEEEEEEENNNNNNNNNN.

Eh, gente bege, pra quem nao sabe o Grindr eh um aplicativo de caça gay. As bee entra la, ja ve pelo gps quem ta perto e pimba na gorduchinha.

Se era o famoso ou nao, naquele momento nao importava mais.

A amiga entao foi ate o bar, tomou mais um shot de whisky e mudou de alvo.

h1

Presente de aniversário Gringo

novembro 21, 2011

Gente phyna é quem vai de férias para Europa, né não?

Eu tenho uma amiga que  decidiu não fazer diferente. A linda não só tirou umas férias e foi para Europa, como foi passar seu aniversário em terras holandesas, na sempre divertida Amsterdam.

Entre passeios, museus, bikes e coffeshops a amiga estava na vida que pediu para Deus.

No dia do seu aniversário rolou space cake com velinhas! Ela começou a noite ali mesmo no bar do hostel com os novos amigos de algumas partes do mundo. Mesmo com seu low budget a amiga queria comemorar a noite toda linda tomando todos os drinks do bar hostel.

Não pensou duas vezes em contar para o Barman que era seu anivesário… Assim ficava mais fácil barganhar por drinks.

Com seu sorriso brasileiro nem precisou né, a amiga comecou a faturar drinks sequenciais, fazendo goles em loopings animados em meio a todos aqueles gringos.

Percebeu que o barman estava sendo muito mais do que simpático com ela, e papo vai papo vem, a amiga ja sem saber sua própria nacionalidade foi parar no banheiro coletivo do Hostel no maior dos amassos com o barman gringo. Isso mesmo minha gente, lá no banheiro COLETIVO!!!!!!!

Sobe e desce mão a amiga trabalhou gostoso como se fosse a última vez… não poderia ser diferente bem no dia de seu aniversário, afinal não e todos os dias que se passa o aniversário na Europa não é mesmo?

No final Happy B-Day ele disse, que fofo.

A amiga saiu toda  feliz e contente do hostel  para fumar seu cigarrinho pelas ruas do Red Light District. Próxima parada:  um coffe-shop diferenciado e assim consecutivamente durante toda noite.

P.S. tem outra amiga que passou por situação bem similiar, mas essa história fica pra outro post.

h1

Sorria, você está sendo filmado

outubro 13, 2011

Faz tempo que não postamos história de amigo aqui, né? Pois lá vai uma muito boa, que aconteceu faz mais ou menos um ano e que precisa ser compartilhada com o mundo.

Um amigo nosso foi a uma baladinha hype bem famosa da noite paulistana que acontece uma vez por ano. Para não perder a viagem, o bonito se estragou no álcool e ficou virado no Jiraya. Até mosh do palco durante um show ele deu – eu até publicaria a frase emblemática que ele soltou ao final do ato, mas ia denunciar demais o autor.

Enfim, tava lá locão, descolou um boy magia (ou nem tão magia assim, enfim) e resolveu ir pra casa do rapaz, que era ali pela região mesmo. Foram a pé, chegaram lá, começaram a se pegar loucamente na sala, aquela coisa toda… Eis que o dono da casa lança: “vamos ali no terraço?”. Beleza, né, saíram os dois, pegaram o elevador, subiram até o topo do prédio, olharam lá de cima e resolveram voltar porque estava muito frio – pelo que eu me lembro, foi tipo a noite mais fria do ano passado. De volta ao apê, fizeram amorzinho gostoso e meu amigo vazou quando já era dia bem claro.

O lindo passou na padoca, tomou um café, foi até a casa dele, dormiu… Quando acordou, estava numa ressaca monstruosa e com sérias dificuldades de se lembrar dos detalhes da noite anterior. Entre um copo d’água e outro, ele começou a recapitular a ida pra casa do fulano, a pegação… OH NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ele então se lembrou de ter subido até o terraço do cara numa boa. Porém, na hora, ele e o peguete não atentaram a um detalhe importantíssimo. Ele estava nu. PELADO. Sem roupa, sem nem cueca. E andou de elevador no prédio dos outros. Imagina se entra uma velhinha indo comprar pão. Imagina a cara do porteiro, um tiozinho evangélico que entra no serviço às 6h da manhã pra ver vagabundo pelado dando rolê pelas câmeras de segurança! Que horror, minha gente, que horror.

Se a intenção já era não fazer “follow up” com o menino, depois de lembrar-se do ocorrido é que o amigo nunca mais quis saber dele mesmo. Tudo para evitar o constrangimento de encontrar o tio da portaria novamente e ganhar aquele olhar de “eu já te vi pelado”. Desnecessário.

h1

Eu, frita?

outubro 13, 2011

Eu tenho uma amiguy que esses dias me enviou um vídeo que disse ser imperdível.

Se você vira e mexe anda frita por aí, veja só o que acontece com a bafônica Amanda Lepore dirigida pelo  incrível David La Chapelle nesse vídeo da MAC.

A moral da história é:  sempre pode ter um mais louco que você! E quem nunca deu uma fritadinha?

h1

Eu tenho uma amiga: REMEMBER COLLEGE

outubro 5, 2011

Este post é mezzo piada interna. Nos desculpem, mas PRECISAVA ser publicado. UM BEJ a todos os envolvidos!

Eu tenho umas amigas que estudaram juntas na faculdade e que são amigas até hoje.

Dia desses uma dessas amigas estava dando uma olhada nuns e-mails antigos e achou um trabalho que foi feito para uma aula de jornalismo, que tinha uma professora muito brava e muito séria. As meninas, visivelmente sem saco… e talvez sem muito talento… resolveram improvisar e usar um amigo como material de experimento. A missão? Transformar uma pauta feminina em uma pauta para revista masculina. Saca só o planejamento:

Nome do experimento: R.S. (podemos dizer que o entrevistado preferiu que não usássemos seu nome verdadeiro. Neste caso, podemos chamar ele pelo apelido, HORÁCIO eaehauehauheuaheuaheuahuehauehauheauheua! Vamoooos, vai???) 24 anos, formado em Educação Física, trabalha como personal trainer (particular e em academia) Tem duas namoradas no histórico: a primeira é nossa amiga Rê Bordosa (“Nosso namoro era mais uma amizade. A gente vivia no bar e se divertia horrores juntos”). A segunda foi a Paula (não Rita, uma outra). Namoraram por um ano, aí ela se mudou para o Espírito Santo. Continuaram um tempo à distância, mas ele terminou. Aí no começo deste ano ela voltou para São Paulo e os dois reataram. Há cinco meses, Horacio terminou com ela (“Fui eu quem terminou o namoro, e o pior é que eu tenho certeza de que a Paula era a namorada perfeita para mim” Terminou por quê então? “Sei lá, acho que eu não sei ser namorado”)

Temos que decidir qual é o problema do Horacio. Não pode ser “Ai, quero arranjar uma namorada e não consigo”, porque isso é bichice de revista feminina e nunca sairia numa revista masculina. Juntando o que já ouvi dele e dos amigos (entenda-se Quasímodo), pode ser algo do tipo medo de compromisso (“Não posso reclamar das mulheres que conheci na minha vida, todas elas eram fantásticas. Mas não sei, chega uma hora em que me dá uma coisa e eu não sei o que quero, aí acho melhor ficar sozinho. É como se eu estivesse ouvindo uma música legal no rádio, mas aí penso: “e se tiver uma música ainda mais legal tocando na outra estação ao mesmo tempo?”. Então acabo trocando de estação para estação, sem parar em nenhuma por muito tempo, assim como faço com as mulheres” / “Minha última ficante me deu um fora na semana passada por email. Ela disse que não conseguiria falar comigo pessoalmente. Estávamos ficando há uns quatro meses e, segundo ela, o problema foi que eu não fiz nada”).

Nossa solução para isso: parar de ser uma anta e se tocar de como tem sorte em ter mulheres tão melhores que ele assim, à disposição. Tá, não podemos escrever isso, é melhor guardar para nosso manifesto feminista… mas pode ser algo do tipo: Horácio se apaixonou pela Paula, uma hora se cagou de medo e se assustou sabe-se lá porque, e fugiu. Seu problema é que até hoje não conseguiu superar a ex. Acha que vai se esquecer dela se ficar pulando de mulher em mulher, e tem medo de se envolver demais com alguma porque vai que se apaixona de novo e ela vira uma Paula 2, O Retorno?

Alguma idéia melhor para definirmos o problema do Horácio?
Temos que definir a questão que incomoda nosso entrevistado. Na matéria da NOVA, isto é “Fulana é bonita, inteligente e bem sucedida, mas não arranja namorado”. Na nossa pode algo como “Horacio conhece e conquista várias mulheres lindas, inteligentes e interessantes, mas não consegue se firmar com nenhuma delas. Por quê?”, sei lá… any thoughts? “Tenho meu código de ética: nunca fico com nenhuma aluna”. Podemos inventar que entrevistamos uma de suas alunas e ela disse: “O Horacio realmente não dá bola pra aluna nenhuma, e deixa bem claro que esse não é o jogo dele. Concordo totalmente com isso, mas só acho que ele não deveria se prender tanto nessa idéia a ponto de deixar de notar alguém interessante, que poderia ser algo mais para ele…”

Sobre a produção: explicamos como o Horacio é (comportamento, visual, etc) e dissemos que combinamos um dia de levar ele pra sair (junto com os amigos, como se fosse uma balada normal) e tentar resolver seu problema. Nessa noite, ele tentou seguir nossas dicas de comportamento e se arrumou melhor.

Na balada: Horacio geralmente não dá muita trela pras meninas na balada. Prefere se divertir na roda de amigos, mas sempre fica de olho em alguém que esteja dando bola. “Não gosto das meninas que são muito fáceis, gosto de um desafio na hora da paquera. Mas também nunca penso em conhecer ninguém interessante na balada. O que todo mundo quer nessa hora é se pegar, então pra quê perder tempo conversando?”. Errado, seu estúpido. Podemos dar a dica para o Horacio prestar mais atenção às pessoas que conhece na balada, e não ter medo de perder tempo com alguém que tenha um papo legal. O desafio é levar esse mini-relacionamento pra fora da balada, não deixar a coisa morrer ali mesmo onde começou. (Deus do céu, de onde estou tirando essas coisas ehauehauehauheua???)

Desempenho na nossa noite no Grazie a Dio: aí temos que inventar o final que queremos para nossa matéria. Temos fotos do Horacio com os amigos, dele no bar com meninas sentadas do lado (aí basta a legenda que a gente quiser: “Horacio nem se toca que a mina do lado tá dando bola”; ou “Em ambientes mais abertos e com mais gente, Horacio fica com vergonha de chegar na menina e puxar um papo, não sabe como conversar”, etc), dele na balada mostrando a roupa, dele xavecando a Sorvetão (tem deles dançando, conversando juntinhos e uma em que supostamente eles estão se beijando). Tem uma outra foto da mina que ele realmente beijou na balada (uma morena X), mas tá meio torta porque eu já tava bêbada e fiquei com medo da mina perceber a câmera e vir brigar comigo hehehe.

Placar: podemos dizer que ele seguiu nossa dica, deu bastante bola pra Helô, conversaram um tempão e aí ficaram. E ainda podemos falar que os dois trocaram telefones, que ele (instruído por nós, lógico), ligou pra ela e marcou um programa, os dois se viram de novo e está tudo bem. Aí podemos ter aspas dos dois, tipo, será que vira namoro, quais as chances, etc heuaheuaheuaheahe? Ou podemos falar que ele tentou seguir nossa dicar e xavecar a Helô, mas tomou um fora e acabou pegando a mina X. Ou ainda podemos dizer que ele pegou a Helô e depois, putão que é, ignorou nossas dicas e pegou a mina X, na frente da Helô, que viu tudo e armou o maior barraco. O bofe é meu, olha a facaaaaaaaa!!!

Depoimentos dos amigos: “O Horacio é o cara mais boa pinta da turma e as mulheres sempre ficam nos pés dele. E ele aproveita sempre que pode. Mas quando namorava a Paula virou outro, completamente apaixonado” / “O Horacio não se preocupa muito com o visual não. Em casa, no shopping, no bar ou na balada, as chances são que você vai encontrar ele de regata, calça jeans velha, boné, papete e meia, às vezes colorida”.

Podemos fazer uma lista dos erros dele que corrigimos, tanto de look quanto de comportamento, etc:

trocar a papete por um tênis bacana: temos foto da papete do Horacio e do tênis bacana do Luis. O problema é que o chão nas duas fotos é igual e a calça do Horacio é mais escura que a do Luis. Temos que ver como colocar essas fotos pra não pareer gambiarra.

trocar as regatas por qualquer coisa melhor: não temos fotos dele de regata, mas podemos dizer que os amigos falaram que ele sempre vestia. E na balada ele estava com uma camiseta preta.

cabelo: podemos falar que ele nunca parava pra pentear o cabelo, que é curtinho, e sempre usava boné. Mas nós demos um toque pra ele pentear sim e ainda passar um gelzinho pra modelar, como ele está na balada (ai que bichice!)

comportamento na balada: prestar mais atenção às pessoas que conhece na balada, e não ter medo de perder tempo com alguém que tenha um papo legal. O desafio é levar esse mini-relacionamento pra fora da balada, não deixar a coisa morrer ali mesmo onde começou.

comportamento no trabalho: manter sua ética, mas não deixar suas próprias regras e crenças, tanto no trabalho quanto em outras situações, descartarem completamente pessoas que podem ser muito interessantes. Ninguém vai te condenar se algo de bom começar assim, certo?

AS AMIGAS ESTAO PROCURANDO ESSAS FOTOS DESESPERADAMENTE.

AGUARDEM!

h1

Conhecendo a sogra

setembro 28, 2011

Eu tenho uma amiga que, em um dia muito ruim, conheceu um homem muito bom, ficou com ele e, depois de alguns dias, decidiu fazer a manutenção e mandar uma mensagem marota perguntando por onde ele andava e o que andava fazendo. Depois de uma breve troca de palavras, ficou combinado que os dois iriam “fazer alguma coisa” no dia seguinte.

Passadas 24 horas, a amiga estava jantando quando o boy magia (e digo MAGIA com muita ênfase) ligou convidando-a para tomar umas em algum bar. Beleza, ela foi pra casa, se arrumou e o bonito ligou de novo dizendo, em outras palavras: olha, vamos pular a parte burocrática, você não quer vir direto aqui pra casa, não? Ela topou, é claro – essa amiga não é muito chegada em enrolação.

E lá se foi ela pra casa do sujeito. Chegou, estava ele lindo, com aquele visual estupidamente charmoso que emana da soma chinelo + bermuda + moletom. Se cumprimentaram com um beijo, a bonita cheia de amor pra dar, aí eles entraram em casa e… Eis que eles não estavam sós.

Aqui, caros, entra uma reflexão muito válida, a meu ver, para a sociedade moderna. Quando um sujeito chama uma moça para dormir na casa dela, o que a moça deve pensar? “Ele mora sozinho.” Ou “ele mora com um brother”. Ou, na pior das hipóteses, “ele está sozinho em casa, a família foi viajar”. Certo? Errado. Pelo menos para este cidadão, que legalizou o sexo casual e leva a mina com quem ele está saindo pela segunda vez pra transar em casa, SOB O MESMO TETO QUE O PAI E A MÃE.

A cara da amiga foi quase no chão quando ela se deparou com o candidato a sogro na cozinha. Foi o “boa noite” mais sem graça que ela já disse. Para o cara, a coisa fluiu muito naturalmente. Ele a levou para o quarto e, né, os detalhes sórdidos do restante da noite a gente não precisa compartilhar.

Aí a linda acordou no outro dia de manhã no maior chamego, deu mais um pouquinho, tomou um banho e estava planejando ir embora muito de fininho. Só que quando chegou ao portão, o boy tinha esquecido a chave. No que ele voltou pra buscar, quem apareceu? O pai de novo? Não, muito pior. A MÃE.

Minha amiga disse que a mão dela nunca suou tanto na vida. E a sogrona, em vez de fazer um carão, resolveu ser simpática. Disse: “RÁ, achou que ia fugir de mim, né?”. Foi lá, abraçou, perguntou o nome, convidou pra almoçar (!!!!!!!). Aí o bonito voltou, também com cara de sem graça, tentando cortar o momento bizarro, quando a mãe dele perguntou para a amiga: “você estava com ele na sexta?”. A amiga: “não, por quê?”. E a mãe: “não, nada, é que eu fiquei cabreira com a história da garrafada, você viu que horrível que está esse machucado na testa dele, minha filha?”.

A amiga fez cara de conteúdo, olhou, riu, até comentou alguma coisa e, finalmente, conseguiu ir embora. Mas foi bem pensando que deveria é ter virado para a mulher e falado: “minha senhora, a senhora ta achando que eu vim aqui pra botar reparo na testa do seu filho? CÊ JURA?”. Tenha dó.

%d blogueiros gostam disto: