Archive for novembro \27\UTC 2008

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Biquini de Bolinha

novembro 27, 2008

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Eu tenho uma amiga que tem um casa lá no guarujá. Há alguns verões a moçoila resolver passar o fds na praia e pra começar bem pegou AQUELA balada com a galera. Bebeu o que podia e o que não podia, chegou em casa com suas sandalinhas sujas já eram mais de 6 horas da manhã e se atirou na cama.

No dia seguinte foi acordada às 10:00h por sua irmã mais nova pois estava “um sol imperdível lá fora” (sic). “Ok, Ok vamos lá.” pensou a bonita. Trocou de roupa, pegou sua cadeirinha e seguiu para a praia naquela ressaca toda.

Ao chegar no local tirou sua sainha, sentou na cadeira embaixo do sol e por lá ficou. Um tempinho depois sua irmãzinha, que não havia bebido na noite anterior, disse:

 

-Irmã, Irmããããããã…!

 

– O que foi menina? Tá louca?

 

– Quem tá loca é vc! Olha como vc veio pra praia!

 

– Como Assim???

 

– Como Assssssiiimmmmm???? Vc esta DE CALCINHA! E de RENDA!

 

-Anh?

 

A amiga levante e constata. Realmente está DE CALCINHA DE RENDA e ainda po cima ROSA!

Tudo culpa da Marvada!

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Espiritismo Fake – A noite do ‘Passe’

novembro 27, 2008

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Eu tenho um amiga que certa noite há alguns anos atrás foi numa festinha na casa de uma amiga da faculdade. Chegando lá, tinha uma galera se embebedando e dando piruetas no lustre na casa da coitada. Sabe como é né gente, festa na casa dos outros é sempre uma várzea. Um vai ligando pro outro, que vai ligando pro outro e quando se dá conta metade da cidade tá participando da putaria. Nessa festa em questão apareceram umas Bibas amigas de uma outra Biba que estudava com ela. No auge da loucura todos decidiram ir para uma balada e antes de sairem uma da Bibas disse:

 

– Gentéam!! Olha sóam, eu tenho um papelzinho do artixta (doce) aqui! Quem topa dividir e entrar na loucura?

 

Minha amiga que nunca tinha experimentado nada mas já tava bemlôca resolveu entrar na dança também. Tomou ¼ do bagulho e diz ela que currrrtttiiiiiuuu horrooooores. Viu luzinha piscando, água se mexendo etc etc etc (sic).

 

Na outra semana rolou um outro encontro com a mesma galera e o assunto surgiu em pauta:

 

– O fulano! O que foi aquilo que vc deu pra gente hein??? Não bateu nada! Uó!

 

– Ai! Em mim tbm não!

 

– Em mim tbm não !

 

Amiga: – Ah gente! Em mim bateu sim! Adorei a Loucura!

 

– Ah é Amapôa (gíria gay para mulheres héteros)??

 

– É sim!

 

  Pois vc devia tá bemlôca mesmo porque o que vc tomou foi um PASSE DE ÔNIBUS!

 

– Oi?

 

– Sim gata. PAS-SE DE Ô-NI-BUS! E a gente ainda falou pra vc chupar o dedo que a loucura passava!!

 

Imediatamente todos simijaram de rir.

 

Fica a dica hein: Se seu sábado estiver assim, monótono, dê uma de Alan Kardec tome um passe e depois chupe o dedo! Tudo!

 

 

 

 

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Festa de amiga

novembro 26, 2008

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Eu tenho umas amigas, as Maris aí do flyer, que vão comemorar amanhã suas belas primaveras!!!

Ebaaa!!!

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Carpinejar

novembro 19, 2008

Eu tenho uma amiga que adora o Fabricio Carpinejar. Dia desses passando pelo blog dele, achou isso aqui. Doce doce doce.

UM TRUQUE DAS MULHERES

Não há como esquecer uma mulher. Desista, é trabalho em vão. Nem a pior cachaça do mundo servirá como borracha. Ficará de ressaca, enxaqueca e ainda lembrando dela.

Não há como esquecer uma mulher já que ela sempre esquecerá algo em sua casa. É um segredo feminino confiado de geração a geração. Um sintoma da ubiqüidade. Uma lição que deve ter sido transmitida numa aula de educação moral e cívica que os homens faltaram para jogar futebol.

Conheceu alguma beldade que não deixou um brinco ou uma pulseira em sua cômoda?

Na primeira vez, dirá coitada e tentará correr para devolver. Mas aprenderá que não é justo sofrer e acelerar a garganta. Ela voltará para resgatar a peça. Mesmo que atrasada meia hora ao serviço, voltará com o ar cortado e lhe dará um último beijo e entenderá que o último beijo antes havia sido o penúltimo e inicia o vício de não se despedir mais.

É um lapso consciente para despertar novamente a vontade e largar pistas da exagerada existência pelos seus hábitos. Não é nenhum ato falho, acidente, está no sangue dela plantar provas e cultivar lembranças.

Quando apaixonada, será uma gincana. Mulher foi um motoboy na encarnação anterior.

Trocam um longo abraço, confessam adoração pela noite passada, ela desaparece no corredor. Você regressa ao sono. Dez minutos depois, toca a campainha.

– Desculpa, esqueci o celular!

Desconfia que ela somente reapareceu para ver o que estava fazendo. Mas não conseguiu fazer nada.

Suspira um “avoada” com ternura.

Retoma a tranqüilidade dos travesseiros e logo estala a campainha.

– Ai, desculpa, esqueci os óculos. Sem eles, não dá para agüentar o sol.

Mantém uma sonolência generosa. Ajuda a procurar, sofre com a confusão do quarto e acena em definitivo com os lábios.

Suspira um “desajeitada” com ternura.

Recolhe-se nas cobertas até que ela decide bater na porta para não enjoar a campainha.

– Não sei o que está acontecendo comigo…Esqueci a borrachinha, meus cabelos ficam loucos de manhã sem ela.

O porteiro não assimila o vaivém de mudança. Procura um caminhão de frete oculto na esquina.

Não pode dormir mais. Senta, recapitula o relacionamento e espera o próximo descuido.

Se houver uma quarta vez, é o momento de entregar o apartamento. Ou de se entregar.

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Nameless, shameless… less…less…

novembro 17, 2008

Eu tenho uma amiga que belo dia saiu de casa desprovida de noção. Deu um pontapé nos bons costumes, angariou algumas amigas por tabela e foram todas, juntas e reunidas, para uma baladinha de samba aqui em sampacity.

O calor era infernal e pra tentar combater a perigosíssima perda de líquidos, nada como uma cerveja bem gelada – e algumas doses de cachaça. Altamente alcoolizadas, as bonitas partiram para o ataque. OK!

As fiéis escudeiras da amiga transtornada estavam lá, de conversê com bofinhos X e a dama quixotesca se viu completamente abandonada na balada quando teve a brilhante idéia: OK, que seja feita caridade!

Conversou com praticamente toda a ala masculina do bar, bebeu mais e de graça, e terminou a noite presa a uma conversa que não fazia o menor sentido, com um carinha Y. Mas tudo bem. Àquela altura do campeonato, nada mais fazia sentido, então…

De lá a bela seguiu pra casa com o cara. Conversaram na cozinha. Tudo muito estranho. Papo vai, papo vem, a bunita, que tem um quadro do Pablo Neruda na sala, foi obrigada a ouvir que o bofe havia lido um livro do autor – livro que não existia, claro – era só uma tentativa do macho alfa impressionar a moça. Broxada com a afirmação literária, ela conduziu o carinha pro quarto pra ver se de boca fechada o negócio engrenava.

– Então, fulano… disse ela.

-Quem?

– Fulano… vc?

– Não, meu nome é tal!

-Ah… tá…

Cric, cric, cric… e dá-lhe balde de água fria e sexo marromenos. PONTO.

Duas semanas depois toca o telefone!

– E aí meninaaaaaaaaa! Vc ficou com o irmão do meu ex?

– Hã?

– O fulano!

-Hã?

– Na balada tal…

– Ah, sim… (cadê o buraco pra eu enfiar a minha cabeça? hein? hein? hein?)

Coincidentemente o cara que ela havia ficado, levado pra casa e errado o nome nos 45 do segundo tempo era um conhecido! Viva os seis graus de separação!

Mas, como disse uma grande amiga… CONSCIÊNCIA É PARA OS FRACOS! E tenho dito.

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Letter to Elise…

novembro 17, 2008

Pour Elise,

Numa conversa de bar…

-Ai, quando a gente é criança faz cada uma né?

-Nossa, cada uma mesmo!

– Eu tinha uma amiga que era louca pelos Backstreet Boys… chegou a acampar na frente do estádio na época do show deles no Brasil.

– Poisé. Todas nós tivemos essa fase.

– Eu que o diga! Cheguei a mandar cartas apaixonadas para o Edmundo!

– Hã? Quem?

– O Edmundo, o animal! hahahahaahahah jogador de futebol. Eu amava ele!

cric. cric. cric… fecha aspas.

Como diria a bela canção: ADO-A-ADO, CADA UM NO SEU QUADRADO!

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Como nossas avós…

novembro 13, 2008

pop

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