Archive for the ‘Duas amigas’ Category

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Eu tenho uma amiga: REMEMBER COLLEGE

outubro 5, 2011

Este post é mezzo piada interna. Nos desculpem, mas PRECISAVA ser publicado. UM BEJ a todos os envolvidos!

Eu tenho umas amigas que estudaram juntas na faculdade e que são amigas até hoje.

Dia desses uma dessas amigas estava dando uma olhada nuns e-mails antigos e achou um trabalho que foi feito para uma aula de jornalismo, que tinha uma professora muito brava e muito séria. As meninas, visivelmente sem saco… e talvez sem muito talento… resolveram improvisar e usar um amigo como material de experimento. A missão? Transformar uma pauta feminina em uma pauta para revista masculina. Saca só o planejamento:

Nome do experimento: R.S. (podemos dizer que o entrevistado preferiu que não usássemos seu nome verdadeiro. Neste caso, podemos chamar ele pelo apelido, HORÁCIO eaehauehauheuaheuaheuahuehauehauheauheua! Vamoooos, vai???) 24 anos, formado em Educação Física, trabalha como personal trainer (particular e em academia) Tem duas namoradas no histórico: a primeira é nossa amiga Rê Bordosa (“Nosso namoro era mais uma amizade. A gente vivia no bar e se divertia horrores juntos”). A segunda foi a Paula (não Rita, uma outra). Namoraram por um ano, aí ela se mudou para o Espírito Santo. Continuaram um tempo à distância, mas ele terminou. Aí no começo deste ano ela voltou para São Paulo e os dois reataram. Há cinco meses, Horacio terminou com ela (“Fui eu quem terminou o namoro, e o pior é que eu tenho certeza de que a Paula era a namorada perfeita para mim” Terminou por quê então? “Sei lá, acho que eu não sei ser namorado”)

Temos que decidir qual é o problema do Horacio. Não pode ser “Ai, quero arranjar uma namorada e não consigo”, porque isso é bichice de revista feminina e nunca sairia numa revista masculina. Juntando o que já ouvi dele e dos amigos (entenda-se Quasímodo), pode ser algo do tipo medo de compromisso (“Não posso reclamar das mulheres que conheci na minha vida, todas elas eram fantásticas. Mas não sei, chega uma hora em que me dá uma coisa e eu não sei o que quero, aí acho melhor ficar sozinho. É como se eu estivesse ouvindo uma música legal no rádio, mas aí penso: “e se tiver uma música ainda mais legal tocando na outra estação ao mesmo tempo?”. Então acabo trocando de estação para estação, sem parar em nenhuma por muito tempo, assim como faço com as mulheres” / “Minha última ficante me deu um fora na semana passada por email. Ela disse que não conseguiria falar comigo pessoalmente. Estávamos ficando há uns quatro meses e, segundo ela, o problema foi que eu não fiz nada”).

Nossa solução para isso: parar de ser uma anta e se tocar de como tem sorte em ter mulheres tão melhores que ele assim, à disposição. Tá, não podemos escrever isso, é melhor guardar para nosso manifesto feminista… mas pode ser algo do tipo: Horácio se apaixonou pela Paula, uma hora se cagou de medo e se assustou sabe-se lá porque, e fugiu. Seu problema é que até hoje não conseguiu superar a ex. Acha que vai se esquecer dela se ficar pulando de mulher em mulher, e tem medo de se envolver demais com alguma porque vai que se apaixona de novo e ela vira uma Paula 2, O Retorno?

Alguma idéia melhor para definirmos o problema do Horácio?
Temos que definir a questão que incomoda nosso entrevistado. Na matéria da NOVA, isto é “Fulana é bonita, inteligente e bem sucedida, mas não arranja namorado”. Na nossa pode algo como “Horacio conhece e conquista várias mulheres lindas, inteligentes e interessantes, mas não consegue se firmar com nenhuma delas. Por quê?”, sei lá… any thoughts? “Tenho meu código de ética: nunca fico com nenhuma aluna”. Podemos inventar que entrevistamos uma de suas alunas e ela disse: “O Horacio realmente não dá bola pra aluna nenhuma, e deixa bem claro que esse não é o jogo dele. Concordo totalmente com isso, mas só acho que ele não deveria se prender tanto nessa idéia a ponto de deixar de notar alguém interessante, que poderia ser algo mais para ele…”

Sobre a produção: explicamos como o Horacio é (comportamento, visual, etc) e dissemos que combinamos um dia de levar ele pra sair (junto com os amigos, como se fosse uma balada normal) e tentar resolver seu problema. Nessa noite, ele tentou seguir nossas dicas de comportamento e se arrumou melhor.

Na balada: Horacio geralmente não dá muita trela pras meninas na balada. Prefere se divertir na roda de amigos, mas sempre fica de olho em alguém que esteja dando bola. “Não gosto das meninas que são muito fáceis, gosto de um desafio na hora da paquera. Mas também nunca penso em conhecer ninguém interessante na balada. O que todo mundo quer nessa hora é se pegar, então pra quê perder tempo conversando?”. Errado, seu estúpido. Podemos dar a dica para o Horacio prestar mais atenção às pessoas que conhece na balada, e não ter medo de perder tempo com alguém que tenha um papo legal. O desafio é levar esse mini-relacionamento pra fora da balada, não deixar a coisa morrer ali mesmo onde começou. (Deus do céu, de onde estou tirando essas coisas ehauehauehauheua???)

Desempenho na nossa noite no Grazie a Dio: aí temos que inventar o final que queremos para nossa matéria. Temos fotos do Horacio com os amigos, dele no bar com meninas sentadas do lado (aí basta a legenda que a gente quiser: “Horacio nem se toca que a mina do lado tá dando bola”; ou “Em ambientes mais abertos e com mais gente, Horacio fica com vergonha de chegar na menina e puxar um papo, não sabe como conversar”, etc), dele na balada mostrando a roupa, dele xavecando a Sorvetão (tem deles dançando, conversando juntinhos e uma em que supostamente eles estão se beijando). Tem uma outra foto da mina que ele realmente beijou na balada (uma morena X), mas tá meio torta porque eu já tava bêbada e fiquei com medo da mina perceber a câmera e vir brigar comigo hehehe.

Placar: podemos dizer que ele seguiu nossa dica, deu bastante bola pra Helô, conversaram um tempão e aí ficaram. E ainda podemos falar que os dois trocaram telefones, que ele (instruído por nós, lógico), ligou pra ela e marcou um programa, os dois se viram de novo e está tudo bem. Aí podemos ter aspas dos dois, tipo, será que vira namoro, quais as chances, etc heuaheuaheuaheahe? Ou podemos falar que ele tentou seguir nossa dicar e xavecar a Helô, mas tomou um fora e acabou pegando a mina X. Ou ainda podemos dizer que ele pegou a Helô e depois, putão que é, ignorou nossas dicas e pegou a mina X, na frente da Helô, que viu tudo e armou o maior barraco. O bofe é meu, olha a facaaaaaaaa!!!

Depoimentos dos amigos: “O Horacio é o cara mais boa pinta da turma e as mulheres sempre ficam nos pés dele. E ele aproveita sempre que pode. Mas quando namorava a Paula virou outro, completamente apaixonado” / “O Horacio não se preocupa muito com o visual não. Em casa, no shopping, no bar ou na balada, as chances são que você vai encontrar ele de regata, calça jeans velha, boné, papete e meia, às vezes colorida”.

Podemos fazer uma lista dos erros dele que corrigimos, tanto de look quanto de comportamento, etc:

trocar a papete por um tênis bacana: temos foto da papete do Horacio e do tênis bacana do Luis. O problema é que o chão nas duas fotos é igual e a calça do Horacio é mais escura que a do Luis. Temos que ver como colocar essas fotos pra não pareer gambiarra.

trocar as regatas por qualquer coisa melhor: não temos fotos dele de regata, mas podemos dizer que os amigos falaram que ele sempre vestia. E na balada ele estava com uma camiseta preta.

cabelo: podemos falar que ele nunca parava pra pentear o cabelo, que é curtinho, e sempre usava boné. Mas nós demos um toque pra ele pentear sim e ainda passar um gelzinho pra modelar, como ele está na balada (ai que bichice!)

comportamento na balada: prestar mais atenção às pessoas que conhece na balada, e não ter medo de perder tempo com alguém que tenha um papo legal. O desafio é levar esse mini-relacionamento pra fora da balada, não deixar a coisa morrer ali mesmo onde começou.

comportamento no trabalho: manter sua ética, mas não deixar suas próprias regras e crenças, tanto no trabalho quanto em outras situações, descartarem completamente pessoas que podem ser muito interessantes. Ninguém vai te condenar se algo de bom começar assim, certo?

AS AMIGAS ESTAO PROCURANDO ESSAS FOTOS DESESPERADAMENTE.

AGUARDEM!

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Mulheres, yeah!

março 8, 2010

Bom, meu Brasil, hoje é dia 8 de março, dia internacional da mulher. Como somos um blog feminino, teoricamente, deveríamos dar parabéns às nossas queridas leitoras, certo? Porém, estava eu, autora deste texto, conversando com uma das outras amigas do blog, e chegamos à conclusão de que não vamos dar parabéns a ninguém.
 
Cara, eu ODEIO o dia internacional da mulher. Odeio com todas as minhas forças! E vou explicar por que. Uma vez por ano, num dia qualquer, todos os homens do mundo “caem aos nossos pés”. Os amigos e namorados dão parabéns, flores, bombons. As firmas mandam belíssimos e-mails marketing com poemas escritos em letras cor-de-rosa. A gente recebe uma porrada de mensagens via Twitter, Facebook, Orkut e todas as demais redes sociais. Que bonito, né?


Agora, me diz se no dia a dia, que é quando o bicho pega, os homens agem assim em relação às mulheres? Claro que não. Namorados te traem, te trocam por programas de índio com os amigos deles, têm crises ridículas de ciúme e não compreendem sua TPM. Seus amigos homens acham que sua cólica é frescura, que sua dor de cotovelo é bobagem, que sua dificuldade de caminhar pelas ruas esburacadas de salto alto é patética, que suas lágrimas no último capítulo da novela são em vão, que seu desejo de experimentar 50 modelos na loja e não levar nenhum é loucura.
 
Todos os dias nós somos mulheres. Todos os dias, temos que acordar e sair de casa lindas. Um homem não tem noção do que é passar um lápis na parte de cima do olho e finalizar o rímel com curvex. Não sabem o que é ter que fazer uma escova num cabelo que bate no meio das costas. Ter que usar um scarpim com salto 10, fino. Homens não têm noção do que é andar pela rua ouvindo cantadas de pedreiro; ou então, não ouvir cantada alguma e ficar se achando feia. O que é fazer um regime e ter que passar pela TPM sem comer nem um chocolatinho. E o quanto dói fazer uma depilação brasileira ou tirar um bife da cutícula. E o que um homem sabe sobre ser julgada o tempo todo pelas outras mulheres? Um homem com barriguinha de chope e aparência desleixada é charmoso; uma mulher assim é zuada.
 
E como já disse minha mãe, maldita seja a desgraçada que teve aquela idéia de jirico de queimar sutiã! Por causa dela, hoje nós temos que ser bem sucedidas em nossas profissões, e para isso, normal e infelizmente, temos que nos esforçar três vezes mais que qualquer homem. Temos que conceber, gestar, parir e criar os filhos, isso tudo em paralelo à vida profissional, enquanto os papais podem se isentar da maior parte da responsabilidade. Isso sem nem entrar no âmbito político e social, já que né, precisamos de uma lei especial para evitar a violência masculina e demoramos um século para termos assegurado o direito de passar os primeiros meses da vida de nossos filhos de licença do trabalho.
 
Por isso, homens do meu Brasil, sejam legais com as mulheres todos os dias. Respeitem, amem, cuidem e tratem com carinho no dia 9 de março, no dia 10 de março, em abril, em agosto, em dezembro, na Páscoa, no Réveillon, no dia da final da Libertadores, enfim. E não deixem para reconhecer as dores e delícias de ser mulher apenas no dia denominado, sabe Deus por que, para isso.
 
Exageros à parte, não, nós do Eu Tenho Uma Amiga NÃO vamos te dar parabéns pelo dia internacional da mulher. Nós vamos te dar parabéns por ser uma mulher, todo santo dia da sua vida. Amigas, parabéns para vocês, por serem vocês! Nós sabemos muito bem que não é fácil, embora seja muito divertido na maioria das vezes. Que Jah nos dê paciência, dinheiro, sucesso, baladas, drinks caribenhos, homens bons de cama, grandes amigas para dividir as mazelas da vida, e acima de tudo, os dois elementos principais para o bom andamento da existência feminina: SAÚDE E SENSUALIDADE!
 
Beijos e abraços,
 
ETUM

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Amiga de filha da puta!

novembro 12, 2009

Eu tenho uma amiga que numa bela noite de ócio foi na casa de uma amiga. Depois de uma meia hora chegou outra amiga com dois amigos gays…

Conversando putaria pra lá, pra cá, uma amiga veio e falou:

– Putz, to mal, peguei um cara que fulana tava afim…

A outra pensou um pouco e respondeu:

– Putz, eu tb peguei um cara que a mesma fulana tava afim…

A terceira se vangloriando de não ter feito essa cachorrada foi surpreendia pelas duas amigas:

– HAHAHAHAHAHHA vc tb pegou um cara que a mesma fulana tava afim…

Poisé, amigo de filho da puta é assim: deu mole, créu! ficadica

(detalhe que cada uma furou os olhos da amiga em épocas distintas)

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Me dê um cheiro, nego!

maio 25, 2009

lavanderia

Eu tenho uma amiga que dia desses foi viajar pra casa de um amigo. Ela tem uma certa paixao platônica por ele, diga-se de passagem.

Eis que a bonita dormiu lá, tomou banho, café, etc e tal e voltou no dia seguinte. MAS NAO PEGOU!

Num belo momento a nega vira pra uma outra amiga e diz:

– Posso te contar uma coisa?

A amiga curiosa, claro, respondeu prontamente:

– CLARO!!!!!! Manda!

A amiga advertiu:

– Promete que você não vai rir?

A outra, mais curiosa, juoru de pés juntos que esboçaria nenhuma reação jocosa.

– Então, sabe quando eu dormi na casa de fulano? Eu tomei banho lá.

– Tá… e aí?

– Tinha uma camiseta dele no cesto de roupas sujas.

-Hum… e?

– E eu não aguentei… peguei e cheirei!

– HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA CUMA? TÁ LOUCA, BICHA?

– Eu tenho uma coisa com cheiro…

SOCOOOOOOOOOOOOOORRRO! Ainda em que não cheirou a cueca!

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Meio termo

março 9, 2009

Eu tenho duas amigas que, depois de quase um ano ficando com seus respectivos bofinhos, colocaram os bonitos na parede com a famigerada questão: E aí, ou dá ou desce? Estamos juntos ou não?

Cada uma em um canto da cidade recebeu a seguinte explicação:

1- Amiga I,  ficando com o arquiteto: “Querida, não é assim. Você não precisa ter o branco ou o preto. Você pode ter o cinza”

2- Amiga II, ficando com o contador: “Querida, não é assim. Você não precisa ter o 10 ou o 100. Você pode ter o 50”

Ahhhhhhhhhhhh… tá… Se minha vida fosse um filme, os dois sairiam de lá e sentariam juntos, num bar, para comentar a situação. Se tivessem combinado não teria sido tão igual.

MEDA!

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Intervenção amiga

setembro 14, 2008

Ontem rolou um Jantarzinho com amigos que conheci na gringolândia. Assim, lá vai mais uma da série “internacional” e “reveillon”.

Eu tenho uma amiga que no ano de 2005, foi com outra amiga para a famosa ilha de CURAÇAU em epóca de fim-de-ano, coisa de gente chique né?. Como toda boa turista minha amiga decidiu fazer um passeio de barco oferecido pelo próprio hotel, para checar mais de perto as águas cristalinas de Ilha. Mesmo sem tomar nem sequer um suquinho de laranja no café-da-manha, as amigas entraram barco e sem pensar duas vezes comecaram a se entreter com shots de tequila. Afinal né, no Caribe não dá para ser diferente vai? Tequila vai, tequila vem, as meninas começaram a socializar com as únicas pessoas de sua idade que estavam no barco, ou seja, sim, os marinheiros.

Claro que amizade foi o que nao faltou. E aí, como mulheres espertas, já checaram a programação noturna com os rapazes e combinaram de ir juntos para a ´night´. A noite começou numa baladinha ali mesmo perto do hotel, onde as loucas beberam todos os drinks coloridos caribenos possíveis, e dancaram todas, fazendo muito sucesso com o famoso rebolado que só as brasileiras tem, nao é mesmo? Deixaram a balada alegres e contentes, devidamente acompanhadas pelos rapazes do mar. Como nao bastavam os dólares gastos com os drinks, ainda compraram uma garrafa de tequila e seguiram rumo a praia, onde jogariam algo como strip beach poker com os marinheiros. Jogo vai, jogo vem, perderam várias vezes, nao só as roupas mas também a dignidade. O grupo de poker foi interrompido por uma família de coxinhas, que estavam chegando na praia as 7 da matina. Como assim pessoas chegam a praia a essa hora?? Afê… mas enfim, tomaram vergonha na cara e acharam melhor evitar vodka e lingerie frente a menores de 18 anos. Nisso a amiga da minha amiga acabou se dando bem, e levou um dos marinheiros para o quarto. Minha amiga, sem muitas opcoes, ficou basicamente de voyer no quarto. Quando viu, amasso vai amasso vem, o casalzinho na maior pegacao, a menina na cama estava quase deixando o coito acontecer sem camisinha. Não conseguia ver qualquer sinal de preservativo naquela cama, e assim resolveu intervir. Porraaa! Básico né??? Como assim, a mulé nem consegue o cara! Minha amiga nao teve dúvidas e começou a jogar camisinhas em cima do casal, para ver se os bonitos tinham alguma atitude pró-ativa nesse sentido. Camisinha vai e vem no ar, a amiga da amiga nada de fazer uso de proteção.

Daí minha miga resolveu agir de fato, nao havia outra opcao, levantou da cama, pegou uma camisinha, separou o casal, abriu a pacotinho, e deu na mão da amiga e disse: COLOCA ESSA MERDA PORRAAA!

Ninguém merece.

Nexxxttt!

Ainda lembrei dos verso:
Marinheiro, Marinheiro
Marinheiro de amargura
Por tua causa, Marinheiro
Vou baixar à sepultura…

As ondas batiam
E na areia rolavam
Lá se foi o Marinheiro que eu tanto amava…

O amor de Marinheiro
É amor de meia hora
O navio levanta ferro
Marinheiro vai embora…

José Mauro de Vasconcelos – “O Meu Pé de laranja Lima”

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